Condições de trabalho e automedicação em profissionais da rede básica de saúde da zona urbana de Pelotas, RS

DSpace/Manakin Repository

Apresentar o registro simples

dc.contributor.author Tomasi, Elaine
dc.contributor.author Santana, Graciela Castro
dc.contributor.author Oppelt, Ana Maria
dc.contributor.author Petrini, Raquel Magalhães
dc.contributor.author Pereira, Inês Vianna
dc.contributor.author Sassi, Bárbara Tomasi
dc.date.accessioned 2013-01-24T18:09:28Z
dc.date.available 2013-01-24T18:09:28Z
dc.date.issued 2007
dc.identifier.citation TOMASI, Elaine et al . Condições de trabalho e automedicação em profissionais da rede básica de saúde da zona urbana de Pelotas, RS. Rev. bras. epidemiol., São Paulo, v. 10, n. 1, Mar. 2007 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-790X2007000100008&lng=en&nrm=iso>. access on 24 Jan. 2013. http://dx.doi.org/10.1590/S1415-790X2007000100008. pt_BR
dc.identifier.issn 1415-790X
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/123456789/304
dc.description pt_BR
dc.description.abstract Este estudo transversal investigou condições de trabalho e a morbidade dos profissionais de saúde da atenção básica em Pelotas, através de informações sociodemográficas, comportamentais, da atividade e ambiente de trabalho e de morbidade. Foram estudados 329 profissionais em 39 serviços. A grande maioria era do sexo feminino (80%) e a média de idade era de 41 anos (±9,2 anos). Quase 30% dos profissionais pertenciam às classes C e D. O hábito de fumar foi referido por 19% dos indivíduos da amostra e 61% não praticaram nenhuma atividade física regular no mês anterior à entrevista. Cerca de metade dos entrevistados tinha outro emprego (51%) e 25% precisaram faltar ao trabalho no último mês, principalmente por problemas pessoais de saúde (59%) e problemas familiares (22%). Em média, os trabalhadores atendiam cerca de 30 pessoas por dia em uma jornada semanal de 40 horas. Problemas de saúde foram referidos por 40% dos entrevistados, com destaque para problemas do aparelho circulatório (27%) e osteomusculares (18%). Independente de ter problema de saúde, 67% dos entrevistados faziam uso de medicamentos regularmente e 47% referiram este uso nos últimos 15 dias. Um quarto costumava automedicar-se, significativamente em maior proporção entre médicos e outros profissionais de nível superior, entre os trabalhadores de maior nível socioeconômico e entre aqueles com mais de um emprego. pt_BR
dc.language.iso other pt_BR
dc.publisher Rev. bras. epidemiol. pt_BR
dc.subject Profissionais de saúde; pt_BR
dc.subject Automedicação; pt_BR
dc.subject Saúde do trabalhador pt_BR
dc.title Condições de trabalho e automedicação em profissionais da rede básica de saúde da zona urbana de Pelotas, RS pt_BR
dc.title.alternative Working conditions and self-medication among primary healthcare professionals in an urban area of Pelotas, RS pt_BR
dc.type Article pt_BR

Arquivos neste Item

Este Item aparece na(s) seguinte(s) Coleção(ções)

Apresentar o registro simples

Todo o Repositório


Busca Avançada

Visualizar

Minha conta